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Um ótimo 2012 para você!

 
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Publicado por em 31/12/2011 em Arquitetura em saúde

 

Um Feliz Natal

 
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Publicado por em 24/12/2011 em Arquitetura em saúde

 

Atividade lúdica x intervenção médica.

“Elementos lúdicos são fundamentais nos espaços pediátricos. E se precisam ser inseridos no projeto arquitetônico, não consideramos apropriado ‘improvisar’. Para criar um espaço com brinquedos e enfeites temáticos dentro de uma clínica médica, é preciso contar com a orientação de um profissional especializado, para que o resultado seja o almejado pelo profissional de saúde”, aconselha Ana Paula Perez.

 

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Crianças x internação

Os prejuízos trazidos por uma internação prolongada são bem conhecidos. Por isto, é tão importante promover a humanização das instituições de saúde, de qualquer porte, desde consultórios, com atendimento ambulatorial, até hospitais quaternários de especialidades médicas, como Cardiologia ou Oncologia, buscando prevenir comportamentos deprimidos e visando promover a saúde e a pronta recuperação. “A arquitetura pode contribuir muito para o bem-estar do paciente, através de projetos que ajudem a criança a enfrentar as dificuldades da internação e da doença. Os projetos devem promover a segurança desse paciente, passando tranqüilidade e isso se consegue através de detalhes específicos, como a exploração da iluminação natural nos ambientes e a utilização de cores, por exemplo”, defende a arquiteta Ana Carolina Tabach.

 

 

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Espaços criados para acolher crianças dentro do ambiente hospitalar

São muitos os estudos que indicam que a hospitalização pode afetar o desenvolvimento da criança, interferindo na sua qualidade de vida. Para lidar com essa situação, o brincar tem funcionado como estratégia de enfrentamento da doença. “Criar um ambiente de saúde adaptado ao universo infantil é importante para que o tratamento seja percebido não como uma situação de trauma, mas como um processo transitório. O brincar pode ser um recurso adequado para a adaptação da criança hospitalizada, permitindo personalizar a intervenção”, diz a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C + A Arquitetura e Interiores. O câncer, por exemplo, por ser uma doença crônica, expõe a criança e seus familiares a diversas situações estressantes, que se somam à possibilidade de internação. Uma criança com uma doença crônica, que necessita de visitas regulares ao hospital, pode encontrar dificuldades e obstáculos na sua vida social e familiar, como, por exemplo, a restrição do convívio social, ausências escolares freqüentes e aumento da angústia e tensão familiares. “Acrescentamos a esse quadro a necessidade de se adaptar aos novos horários, receber injeções e outros tipos de medicação, ter que permanecer em um quarto, ser privada de atividades de brincar – situações que não faziam parte de sua vida de criança, e que se agravam com a hospitalização”, explica Ana Carolina Tabach.

 

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Internet na sala de espera

Como vivemos numa era de hiperconectividade, a sala de espera pode oferecer computadores com acesso à internet, com o site da clínica como página inicial, ou mesmo uma rede wireless. “A tendência é que as salas de espera de consultórios e clínicas tenham espaços exclusivos para os pacientes e acompanhantes acessarem a Internet. Por isso, procuramos criar um local adequado para acesso à rede em nossos projetos, optando por mobiliários  especialmente destinados a esse fim, adequados aos espaços reduzidos, mas ergonômicos”, informa a arquiteta Ana Paula Perez.

 

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Para amenizar a espera

Além de uma iluminação adequada, o projeto de luminotécnica nos ambientes de saúde deve contemplar também o estudo do impacto dos efeitos biológicos e psicológicos da luz sobre os usuários do prédio.  “Devemos considerar ainda as características específicas das atividades e procedimentos, dos equipamentos e tecnologias utilizados no consultório e as suas demandas de luminosidade”, explica a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores. O clima tropical do Brasil proporciona condições para um maior aproveitamento da luz natural no interior das edificações. “A iluminação natural traz diversos benefícios para a saúde, além de proporcionar a sensação psicológica de tempo, tanto cronológico quanto climático. A luz artificial, necessária à noite e nos dias nublados, deve ser vista sempre como uma complementação e nunca como uma substituição da luz natural”, destaca Perez.

 

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