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Arquivo da tag: arquiteta Ana Paula Naffah Perez

Atividade lúdica x intervenção médica.

“Elementos lúdicos são fundamentais nos espaços pediátricos. E se precisam ser inseridos no projeto arquitetônico, não consideramos apropriado ‘improvisar’. Para criar um espaço com brinquedos e enfeites temáticos dentro de uma clínica médica, é preciso contar com a orientação de um profissional especializado, para que o resultado seja o almejado pelo profissional de saúde”, aconselha Ana Paula Perez.

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Internet na sala de espera

Como vivemos numa era de hiperconectividade, a sala de espera pode oferecer computadores com acesso à internet, com o site da clínica como página inicial, ou mesmo uma rede wireless. “A tendência é que as salas de espera de consultórios e clínicas tenham espaços exclusivos para os pacientes e acompanhantes acessarem a Internet. Por isso, procuramos criar um local adequado para acesso à rede em nossos projetos, optando por mobiliários  especialmente destinados a esse fim, adequados aos espaços reduzidos, mas ergonômicos”, informa a arquiteta Ana Paula Perez.

 

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Para amenizar a espera

Além de uma iluminação adequada, o projeto de luminotécnica nos ambientes de saúde deve contemplar também o estudo do impacto dos efeitos biológicos e psicológicos da luz sobre os usuários do prédio.  “Devemos considerar ainda as características específicas das atividades e procedimentos, dos equipamentos e tecnologias utilizados no consultório e as suas demandas de luminosidade”, explica a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores. O clima tropical do Brasil proporciona condições para um maior aproveitamento da luz natural no interior das edificações. “A iluminação natural traz diversos benefícios para a saúde, além de proporcionar a sensação psicológica de tempo, tanto cronológico quanto climático. A luz artificial, necessária à noite e nos dias nublados, deve ser vista sempre como uma complementação e nunca como uma substituição da luz natural”, destaca Perez.

 

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Planejando a expansão da clínica

Segundo a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores, a expansão de um consultório para uma clínica e de uma clínica para um hospital-dia é uma tendência natural na Oftalmologia, por isso deve ser pensada desde a concepção do projeto.  “Somente durante a fase inicial do projeto que é possível refazer tudo. Depois de iniciada a obra ou a reforma, as chances de mudar alguma coisa diminuem, o que pode encarecer o valor total da obra. Deixar espaço para expandir não significa que essa expansão será facilitada. É preciso planejar. Isso é feito através de um estudo de ocupação máxima do terreno. Dentro dessa ocupação, determina-se a primeira etapa da construção, que pode ser metade ou um terço, e assim por diante”, destaca a arquiteta. Durante o planejamento, o arquiteto deve pensar também em como economizar o consumo de energia dos equipamentos oftalmológicos e do sistema de refrigeração. Os oftalmologistas instalados nos grandes centros urbanos encontram mais dificuldade para encontrar o espaço ideal para a clínica, já prevendo uma futura expansão.  “Estes profissionais, geralmente, têm que expandir a clínica para casas ao redor, subir para um novo andar, ou, ainda, sair do endereço atual e se mudar para um novo local. Poucos são os oftalmologistas que já contam com um planejamento anterior que permita a expansão, sem grandes mudanças ou gastos excessivos”, explica Ana Carolina M. Tabach. Já em cidades do interior e em estados menos populosos existe a opção de um estudo de viabilidade, pois é possível encontrar locais espaçosos que permitam a expansão da clínica.

 

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Dicas na hora de reformar a clínica ou o consultório – parte 13

Além de uma iluminação adequada, o projeto de luminotécnica nos ambientes de saúde deve contemplar também o estudo do impacto dos efeitos biológicos e psicológicos da luz sobre os usuários do prédio.  “Devemos considerar ainda as características específicas das atividades e procedimentos, dos equipamentos e tecnologias utilizados no consultório e as suas demandas de luminosidade”, explica a arquiteta Ana Paula Perez.

 

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Dicas na hora de reformar a clínica ou o consultório – parte 10

Ao escolhermos cores para um ambiente, devemos observar cada lugar em específico, pois as cores sofrem influências da posição solar – se no hemisfério norte ou sul, se as janelas estão voltadas para o norte, o sul, o leste ou o oeste, se existem janelas ou há iluminação artificial. Devemos usar cores claras em ambientes sombrios, em que a luz do sol penetra pouco, pois locais escuros deixam as pessoas cansadas e deprimidas. Esta situação pode ser equacionada com o emprego de cores claras e iluminação artificial, melhorando a qualidade de vida do usuário desse espaço físico”, afirma a  arquiteta Ana Paula.

 

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Dicas na hora de reformar a clínica ou o consultório – parte 9

“Quando pensamos na aplicação de cores nos ambientes de saúde – consultórios, clínicas, hospitais, UTI’s, maternidades – sempre temos em vista que o objetivo dos profissionais que trabalham nestes espaços é o aumento da qualidade de vida do homem. Por essa razão, a cor passa a ter um significado diferente para pacientes, acompanhantes de pacientes e funcionários das instituições de saúde, devendo, portanto, ser valorizada pelos profissionais que estão envolvidos com o planejamento arquitetônico deste espaço”, defende a arquiteta Ana Carolina Tabach.

 

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