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Arquivo da categoria: Sala de espera do consultório

Como usar os diplomas na decoração?

Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores, destaca que não há a  necessidade de colocar na parede todos os certificados e diplomas. “Sabemos que o paciente tem uma curiosidade natural sobre o curriculum do médico que o atende. Por isto, orientamos o profissional de saúde a colocar à vista o diploma de graduação, o certificado de residência médica, o título de membro de uma sociedade de especialidade – os conselhos de medicina só permitem a divulgação de duas especialidades – e alguns cursos relevantes no exterior, feitos na Europa e/ou nos EUA. Como estes cursos de aperfeiçoamento são anuais, de tempos em tempos, é preciso fazer uma reciclagem dos diplomas e certificados expostos aos pacientes. É sempre bom retirar os mais antigos e colocar os mais atuais”, diz a arquiteta.

 

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Diplomas e certificados fazem parte da decoração?

Há muitos profissionais que defendem que os consultórios médicos precisam passar “uma certa  respeitabilidade”. E para isto, alguns itens são indispensáveis: copeiras uniformizadas para dar idéia de higiene e organização; fotos dos parentes do médico sobre a mesa para dar um tom de familiaridade, e os diplomas, pendurados em um lugar da parede bem visível para o cliente. “Nos projetos que desenvolvemos para clínicas e consultórios, procuramos conciliar a vontade do cliente com a nossa proposta de trabalho. Assim, os diplomas e certificados nem sempre fazem parte da decoração; ou quando fazem, procuramos  projetar uma diagramação adequada para a parede em que estes diplomas estarão dispostos”, observa Ana Paula Perez.

 

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Decoração do consultório: devo ou não colocar meus diplomas na parede?

Fachada moderna, uma boa sala de espera, sofás grandes e fofos, jardins de inverno, música ambiente suave, iluminação indireta, conexão WI-FI… Em alguns locais é possível até sentir um aroma personalizado, indicado pelo especialista em marketing olfativo. Não estamos falando de hotéis ou de lojas. Estamos falando de consultórios  e clínicas médicas. Individualmente, todos estes detalhes podem não parecer muito, mas coletivamente eles “falam sobre os espaços de saúde”. O que é preciso fazer para as  pessoas se sentirem melhor na sua clínica ou no seu consultório? Que pequenos gestos, que  mudanças quase imperceptíveis podem ser feitas para oferecer ao paciente uma ótima experiência? Uma dúvida muito comum quando o assunto é a decoração da clínica ou do consultório é como expor os diplomas para os pacientes, sem que a atitude pareça esnobe ou fora de contexto. “Geralmente, os profissionais de saúde participam de muitos congressos científicos todos os anos. E a quantidade de certificados e diplomas é grande”, observa a arquiteta Ana Paula  Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e  Interiores.

 

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Investir na melhora do consultório cria um ambiente mais aconchegante

O tema foi destaque na Eurotimes,  revista da Sociedade Européia de Catarata e Cirurgias Refrativas. Publicada na sessão de dicas práticas para o sucesso do oftalmologista, a matéria chama atenção para uma questão importante para todos os profissionais de saúde: como a arquitetura pode contribuir para o bem-estar dos pacientes e funcionários e para o sucesso profissional. Premium Office Design foi o tema de um workshop realizado durante o 14° Encontro de Inverno da Sociedade Européia de Catarata e Cirurgias Refrativas, que aconteceu em Budapeste, Hungria. Durante o workshop, dois cirurgiões oftalmológicos descreveram a experiência de modificar o espaço físico de suas clínicas. O primeiro relato foi feito por Erik Mertens, um oftalmologista belga, que tinha uma clínica de 325 m², na Antuérpia, Bélgica. Como realizava um volume muito grande de cirurgias, Mertens necessitava de um espaço maior, pois pacientes e funcionários já estavam irritados com “a falta de espaço”. O médico, então, comprou um terreno de 2.500 m². Para a sua própria prática oftalmológica ele necessitava apenas de 600 m², então Mertens, apoiado por seus arquitetos, decidiu construir o Medipolis Medical Centre, que abriga o seu centro oftalmológico, incluindo o atendimento ambulatorial, a prática de cirurgias e ainda agrega outros serviços de saúde. O médico destacou que a expansão necessitou de muito planejamento para que ele pudesse oferecer melhores serviços num novo espaço. Seu desejo foi explicitado aos arquitetos: “não queria um lugar com atmosfera de clínica, queria que os pacientes se sentissem em casa e à vontade”. Resultado: o novo centro oftalmológico conta com uma recepção confortável e quatro salas de espera, divididas de acordo com o atendimento a ser realizado, com mobiliário confortável e moderno. Nas salas de espera, os pacientes têm à disposição água, café, revistas, TV,  Wi-Fi e um totem com acesso livre à Internet. Após a ampliação, Mertens também investiu na contratação de novos funcionários, “todo o investimento foi feito para melhorar o meu fluxo de trabalho, para que eu pudesse fazer o que faço melhor: a boa medicina”, defendeu perante a platéia. O outro caso, relatado pelo oftalmologista Sheraz Daya, fala sobre a primeira reforma que ele fez em sua clínica, localizada na zona rural de Sussex, Londres. O médico conta que no começo de sua carreira, fazia o que a maioria dos colegas fazia: atraia um grande número de pacientes, o que demandava muito esforço para criar um negócio rentável. Após alguns anos, Daya decidiu mudar sua estratégia e investir num serviço diferenciado para atingir um público com maior poder aquisitivo. Ele conta que quando decidiu expandir sua clínica optou por proporcionar uma experiência de primeira classe, incomparável para todos os públicos: funcionários e pacientes. “Disse ao meu arquiteto que cada detalhe importava, em termos de estética e design para proporcionar a sensação que eu desejava passar”, disse. Além de ampliar o espaço físico, Daya investiu na compra de equipamentos oftalmológicos de ponta, para melhorar também o atendimento ao paciente em termos de diagnóstico e práticas terapêuticas. “Hoje, o bom atendimento começa com o primeiro contato telefônico do paciente, em seguida, ele mantém a sua boa impressão ao ser atendido na clínica. Depois, ainda faço um follow-up para conhecer a opinião dele sobre os nossos serviços. Como a cirurgião de visão muda o olhar do paciente sobre a vida, proporcionamos uma experiência inesquecível, para que ele ‘enxergue’  isto e me ajude com o marketing boca-a-boca”, diz Daya. Hoje, o Centre for Sight  de Sheraz Daya conta  com duas unidades em funcionamento – uma em Sussex e a outra no centro de Londres. Mais uma unidade está em construção, com previsão de abertura ainda neste ano.

 

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